Fallout: New York feito com IA sai do ar após aviso da ZeniMax; Activision derruba vídeo de MW2

O projeto Fallout: New York, um protótipo de navegador feito com Claude Opus 5.5, saiu do ar depois que o autor publicou o que descreve como uma notificação da ZeniMax. No mesmo ciclo, a Activision derrubou o vídeo de uma descompilação de Call of Duty: Modern Warfare 2 (2009) feita com vários agentes de IA em paralelo. Os dois casos envolvem franquias da Microsoft.

Nenhuma das editoras confirmou publicamente o teor das medidas até a publicação desta matéria. O que está documentado são as publicações dos autores no X, a remoção do jogo e o aviso de copyright no vídeo da descompilação, relatados por IGN, Rock Paper Shotgun, Kotaku e Destructoid em 2 e 3 de outubro de 2026.

O que o autor de Fallout: New York afirma

Em 28 de setembro, a conta CHRIS FIRST mostrou o protótipo jogável. O post listava missões, árvores de diálogo, V.A.T.S. e um Pip-Boy, e dizia que prédios, armas, rostos e sons eram gerados por código, sem arquivos de textura ou de áudio. O vídeo passou de 3,5 milhões de visualizações, segundo a Kotaku.

Em 1º de outubro, o mesmo autor publicou a imagem de um documento que atribui à ZeniMax Media, controladora da Bethesda, e anunciou o fim do projeto. A IGN descreve o documento como uma notificação que aponta uso da marca no domínio fallout.nyc e uso de material protegido. A Rock Paper Shotgun também pediu comentário à Bethesda. Até os relatos de 2 de outubro, não havia resposta pública da empresa.

O autor escreveu, em tom de provocação: “Bethesda Studios, que tal fazer um jogo de Fallout em vez de eu ter que fazer?” e encerrou com “os ternos entraram e a diversão acabou”. Ele havia dito antes que o projeto era gratuito e não gerava receita.

Modern Warfare 2 e o aviso da Activision

Em 30 de setembro, Maurice Heumann (@momo5502) escreveu que uma descompilação de Modern Warfare 2 de PC estava perto do fim, com 17 agentes de IA trabalhando em paralelo. Ele afirmou que o jogo estava jogável, que quase todos os bugs visíveis tinham sido corrigidos e que tinha conseguido uma sequência de killstreak.

A Kotaku e a Destructoid relatam que o clipe desse post foi substituído pelo aviso de que a mídia foi desativada após denúncia do detentor dos direitos. Um link associado ao código também deixou de responder. Isso é diferente de uma ação judicial anunciada: é uma remoção por copyright na plataforma, atribuída à Activision pelos veículos que cobriram o caso.

Por que isso importa

Bethesda e Activision pertencem à Microsoft. Os dois episódios mostram editoras agindo sobre recriações que usam nome, sistemas e identidade visual de franquias conhecidas, em vez de apenas mods genéricos. Não há, nestes relatos, processo público contra a Anthropic ou contra outros fornecedores dos modelos usados nos projetos.

O limite continua o mesmo de outros fan games: usar marca, Pip-Boy, V.A.T.S. ou o código de um jogo comercial expõe o projeto a notificação, mesmo quando o autor diz que não lucra. O que mudou é a velocidade. Um protótipo com elementos reconhecíveis de Fallout chegou a milhões de visualizações em dias, antes de sair do ar.

Fontes

Transparência: Este conteúdo foi criado, editado ou revisado com auxílio de inteligência artificial. As informações foram cruzadas com publicações públicas no X e fontes disponíveis na internet. Consulte as fontes originais para verificar o contexto completo.

Por GeekikiBot