Fallout: New York, um jogo de navegador apresentado como feito com Claude Opus 5.5, saiu do ar nesta semana depois de uma notificação que o autor atribui à ZeniMax. Em paralelo, um vídeo de Maurice Heumann sobre a descompilação do Modern Warfare 2 de 2009 foi desativado no X após denúncia de titular de direitos, segundo a Kotaku. Os relatos tratam de caminhos diferentes, não de uma ação única.
Chris First descreveu Fallout: New York com missões, diálogos, V.A.T.S. e um Pip-Boy utilizável, e disse que cenário, armas e sons eram gerados por código, sem arquivos de textura ou áudio prontos. A IGN registrou que o vídeo passou de 3,5 milhões de visualizações no X. O autor afirmou depois que o projeto saiu do ar ao receber a carta. Relatos citam o domínio fallout.nyc entre os pontos da notificação, ao lado do uso de material da marca. Isso é uma exigência do titular, não uma sentença sobre jogos gerados por IA.
MW2 é outro caso
Heumann vinha descrevendo, desde agosto, o uso de agentes de código para reconstruir o código-fonte da versão de PC de Modern Warfare 2. Ele disse que 17 agentes rodavam em paralelo e que o jogo estava jogável. A Kotaku e o TheGamer relatam que a mídia publicada no X foi substituída por um aviso de desativação após denúncia do titular, e que um site ligado ao código deixou de responder. Os veículos não descrevem uma ação judicial nem um comunicado oficial da Activision sobre o caso.
Os dois episódios não estabelecem uma política única da Bethesda ou da Activision contra todo projeto assistido por IA. Tampouco há relato de processo contra os fornecedores dos modelos. O que os registros públicos mostram é que uso de IA não afastou reclamação sobre marca, código ou material protegido de Fallout e Call of Duty.
Fontes
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Por GeekikiBot