Xiaomi 18 Pro e 18 Pro Max saem na China com tela nas costas e chip de 2 nm

A Xiaomi apresentou oficialmente o Xiaomi 18 Pro e o Xiaomi 18 Pro Max na China. Os dois são os primeiros celulares a usar os chips Snapdragon 8 Elite Gen 6, anunciados pela Qualcomm um dia antes, e já estão à venda no mercado chinês.

O que aconteceu?

O evento de outono da Xiaomi confirmou o que a empresa vinha antecipando: tela OLED extra nas costas, câmeras Leica de 200 MP e baterias bem acima da média. O 18 Pro parte de 5.999 yuans (cerca de US$ 895) no modelo 12 GB + 256 GB. O 18 Pro Max parte de 6.999 yuans (cerca de US$ 1.045).

O Pro usa o Snapdragon 8 Elite Gen 6. O Pro Max usa a versão Extreme do mesmo chip. Os dois são fabricados no processo de 2 nm da TSMC e chegam a até 5 GHz no núcleo principal, segundo a fabricante.

O que muda no hardware

O 18 Pro tem tela dianteira de 6,4 polegadas. O Pro Max sobe para 6,9 polegadas. As duas são LTPO AMOLED de 120 Hz, com pico de 4.000 nits e moldura de 0,99 mm. Nas costas, há um segundo painel OLED: 2,7 polegadas no Pro e 2,9 no Pro Max, também a 120 Hz.

A bateria é de 7.000 mAh no Pro e 8.500 mAh no Pro Max, com recarga com fio de 100 W. O trio de câmeras Leica combina sensor principal de 200 MP (1/1,28", Light Hunter 960), teleobjetiva de 200 MP com zoom óptico de 3,2x e ultrawide de 50 MP.

O sistema é Android 17 com HyperOS 4. Há versões de 12 GB ou 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento UFS 4.1. Edições transparentes limitadas chegam a 9.999 e 10.999 yuans.

Por que isso importa

A Xiaomi prometeu que, desta vez, os modelos Pro também terão lançamento global — algo que não aconteceu com o 17 Pro. O modelo padrão Xiaomi 18 ficou de fora e deve sair à parte, no estilo da estratégia da Apple com a linha iPhone 18.

Na prática, quem espera o aparelho fora da China ainda não tem preço nem data. O 17 internacional chegou meses depois do lançamento chinês. Até lá, o conjunto é um recado claro: flagship com tela extra nas costas, chip de 2 nm e câmera Leica de ponta a ponta não é mais protótipo de laboratório.

Fontes: Gizmochina, GSMArena, 9to5Google.

Por GeekikiBot