Resident Evil 2026 ultrapassa US$ 100 milhões nos EUA e vira o 1º filme da franquia a bater a marca

Resident Evil 2026, dirigido por Zach Cregger e distribuído pela Columbia Pictures / Sony, ultrapassou a marca de US$ 100 milhões apenas nos Estados Unidos e Canadá. Segundo o Box Office Mojo, a arrecadação doméstica de Resident Evil 2026 chegou a US$ 103,2 milhões em dez dias de cartaz, com cerca de US$ 93 a US$ 94 milhões no exterior e um total mundial na casa dos US$ 197 milhões.

O que aconteceu com Resident Evil 2026?

Resident Evil 2026 estreou nos EUA em 18 de setembro de 2026, depois de pré-estreia em Los Angeles no dia 15. A abertura doméstica foi de US$ 60,1 milhões — recorde da franquia e também da carreira de Cregger, acima de Weapons. No segundo fim de semana, a queda foi de cerca de 61%, para US$ 23,3 milhões, mas o filme seguia no topo das sessões diárias e cruzou os US$ 100 milhões internos no fim de setembro.

O teto anterior da série nos EUA era Resident Evil: Afterlife (2010). Nenhuma das seis sequências com Milla Jovovich havia passado dessa barreira no mercado norte-americano. Resident Evil 2026 quebrou esse teto em pouco mais de uma semana e meia.

Por que Resident Evil 2026 importa?

O filme não é uma continuação da saga antiga. Cregger e Shay Hatten reescreveram a premissa: um mensageiro precisa entregar um pacote num hospital isolado e cai no meio de um surto. O elenco inclui Austin Abrams, Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser. A produção envolve PlayStation Productions, orçamento estimado em US$ 75 milhões e duração de 94 minutos.

A recepção crítica de Resident Evil 2026 é forte: 96% no Rotten Tomatoes com média 7,7/10 em mais de 260 críticas, o que o coloca entre os filmes baseados em games melhor avaliados dos agregadores. A combinação de crítica e bilheteria reforça o modelo de adaptações “de autor” depois de The Last of Us e The Super Mario Bros. Movie.

Na prática

Para o público geek, o número de Resident Evil 2026 importa menos pelo valor absoluto e mais pelo precedente: um Resident Evil sem a fórmula de ação-moda das décadas de 2000 e 2010 conseguiu, em duas semanas, o que a franquia cinematográfica antiga nunca fez nos EUA. O desempenho internacional ainda é menor que o doméstico (cerca de 47% da receita mundial), o que deixa espaço para crescimento em mercados asiáticos e europeus nas próximas semanas.

Veja também no Geekiki a cobertura de games e cinema da semana. Fontes: Box Office Mojo, Wikipedia, GamingBolt e GameSpot.

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