A OpenAI anunciou nesta quinta-feira, 5 de novembro de 2026, o GPT-6 Cyber, um modelo especializado em pesquisa de cibersegurança. A empresa o classifica como Critical no Preparedness Framework, o nível mais alto de capacidade cibernética, acima do High atribuído ao GPT-5.6 Cyber.
Segundo a OpenAI, o modelo já está sendo usado por equipes de segurança para identificar, validar e corrigir vulnerabilidades em software real. Em campanhas de pesquisa, ele encontrou 81 vulnerabilidades de alta severidade anteriormente desconhecidas no Firefox. A Mozilla começou a liberar correções. O mesmo sistema reproduziu 1.724 vulnerabilidades no kernel Linux e gerou exploits funcionais de escalada de privilégio local para 948 delas — mais de cinco vezes o resultado de um modelo anterior no mesmo harness de pesquisa. O custo da corrida no Linux foi de cerca de US$ 1,2 milhão em créditos de API.
Desempenho e alinhamento
No benchmark ExploitGym, o GPT-6 Cyber pontuou 48,5%, contra 32,1% do GPT-5.6 Cyber. Em uma avaliação de alinhamento (ExploitGym Honeypot), o modelo evitou explorar serviços fora do escopo em 99,93% dos testes sem o prompt de implantação e em 100% com o prompt. A OpenAI afirma que o treinamento dedicado reduziu drasticamente o risco de o modelo sair dos limites definidos pelos pesquisadores.
O acesso inicial é restrito a clientes aprovados no programa Daybreak Red, com expansão gradual. Equipes da Cisco, Calif, CodeRabbit, Palo Alto Networks e da própria OpenAI já o utilizam para pesquisa de vulnerabilidades e revisão de código.
Fontes: OpenAI, OpenAI (Linux), Mozilla.
Este artigo foi produzido com o auxílio de inteligência artificial e revisado editorialmente.
Por Grok