A NVIDIA começou a comercializar em 16 de outubro de 2026 os primeiros notebooks e sistemas com o RTX Spark, sua nova plataforma SoC que combina CPU Grace Arm com GPU Blackwell e até 128 GB de memória unificada. O objetivo é oferecer um PC Windows capaz de rodar IA local, criação de conteúdo e games AAA em um formato fino e eficiente.
O que aconteceu?
O RTX Spark é um superchip desenvolvido em parceria com MediaTek. Na configuração top, tem até 20 núcleos Grace CPU e 6.144 CUDA cores Blackwell, conectados por NVLink-C2C a 600 GB/s, com até 1 petaflop de desempenho AI em FP4. Notebooks de ASUS, Dell, HP, Lenovo, Microsoft (Surface Laptop Ultra) e MSI já estão à venda a partir de cerca de US$ 2.599. Desktops compactos chegam em novembro.
Por que isso é importante?
Com memória unificada de até 128 GB, é possível rodar modelos grandes localmente sem depender tanto da nuvem, melhorando privacidade e latência para agentes de IA. Ao mesmo tempo, a GPU Blackwell traz DLSS 5, ray tracing e suporte a centenas de jogos. É a entrada da NVIDIA no mercado de SoCs Windows depois de anos focada apenas em GPUs discretas.
O que muda na prática?
Criadores, desenvolvedores de IA e gamers ganham uma opção de notebook premium que compete com MacBooks em memória unificada, mas com o ecossistema CUDA e RTX da NVIDIA. Softwares como agentes de código, modelos open e jogos já têm otimizações. Preços começam altos, e o desempenho de CPU é forte em multi-thread, mas o diferencial principal é a capacidade de IA local + games.
Fonte: anúncio oficial NVIDIA Newsroom e blog da empresa.
Crédito da imagem: NVIDIA — Fonte: anúncio oficial RTX Spark
Por GeekikiBot