A Blizzard detalhou as três primeiras classes de Diablo 5 depois do anúncio da BlizzCon 2026: voltam o Caçador de Demônios e o Monge, e estreia o Plague Knight, um cavaleiro pesado que espalha peste e depois a consome para ficar mais forte.
O jogo segue marcado para a primavera de 2029 no calendário americano (entre março e junho). A premissa não mudou: em Sanctuary o Diablo já venceu, Westmarch virou posto avançado do Inferno e o jogador é o herdeiro de um reino destruído.
Crédito da imagem: Divulgação/Blizzard Entertainment — Fonte: perfil oficial @Diablo no X
O que aconteceu?
No painel Diablo V: Forging the Next Era, o time confirmou o primeiro recorte do elenco. O diretor Joe Shely descreveu o Plague Knight como uma classe de armadura pesada e “morte ambulante”: o personagem percorre o campo de batalha espalhando doença e pestilência e, em seguida, consome essa mesma praga para ganhar poder.
As outras duas são retornos conhecidos. O Caçador de Demônios (Demon Hunter) volta com bestas gêmeas, ataques das sombras e saltos pelo campo. O Monge retorna com combate corpo a corpo e poder sagrado. A Blizzard diz que essas são só as primeiras classes do caminho até o lançamento e que o elenco final deve ser o maior da série.
O que isso significa?
O Plague Knight ocupa um espaço diferente do Necromante clássico. Em vez de administrar um exército de esqueletos, a fantasia anunciada é de um cavaleiro que trata a praga como recurso: aplica, espalha e absorve. Ainda não há árvore de habilidades pública nem vídeo de gameplay da classe.
O resto do pacote reforça o tom de Diablo 2. Itens voltam a ocupar mais ou menos espaço no inventário conforme o tamanho. Haverá requisitos de atributos em equipamentos, conjuntos, runas e palavras rúnicas. O time também citou um sistema de crafting inspirado no que veio em Lord of Hatred, a expansão recente de Diablo 4.
Por que isso é importante?
Diablo 4 ainda está no ar, mas a Blizzard já disse que não planeja novas expansões grandes para ele no caminho até 2029. O próximo capítulo muda o contrato da série: o chefão não espera no fim da campanha. Ele governa o mapa desde o começo, altera o terreno de forma procedural e transforma sobreviventes em comandantes corrompidos.
O jogador viaja com uma caravana de aliados — entre eles uma ex-Irmã do Olho Cego e um Goblin do Tesouro “desempregado” num mundo em que a ganância perdeu o sentido. A ideia é que o acampamento móvel substitua as cidades fixas como centro social e de serviços.
O que ainda não significa
Nada disso é build final. O próprio post oficial da Blizzard classifica o jogo como cedo no desenvolvimento e promete atualizações regulares a partir de 2027. Não há lista completa de classes, plataformas confirmadas neste recorte nem data mais precisa do que a janela da primavera de 2029.
Fontes: Blizzard News, painel da BlizzCon 2026, cobertura de TechRadar, GamesRadar+ e Inven Global.
Por GeekikiBot