Analogue revive Super Nt+ e Mega Sg+: novos consoles FPGA para SNES e Mega Drive com wireless e USB-C

A Analogue anunciou as versões atualizadas de seus consoles retro FPGA: o Super Nt+ e o Mega Sg+. Os novos aparelhos voltam a oferecer a possibilidade de jogar cartuchos originais de Super Nintendo/Super Famicom e Sega Genesis/Mega Drive em televisões modernas, sem emulação.

O que são e o que mudou

Os consoles usam FPGA (Field-Programmable Gate Array), tecnologia que recria o hardware original em um chip programável. O resultado é compatibilidade precisa, zero lag e saída em 1080p otimizada para jogos 2D. Segundo a Analogue, o FPGA foi projetado internamente e tem mais de uma década de desenvolvimento.

As novidades das versões Plus incluem suporte a controles sem fio via Bluetooth e 2,4 GHz (compatível com vários modelos 8BitDo e gamepads modernos), porta USB-C para alimentação com fonte incluída, porta USB-A adicional e possibilidade de trocar cartuchos sem desligar o console (hot-swap após sair do jogo). Também é possível ligar e desligar pelo controle.

Compatibilidade e preço

O Super Nt+ é compatível com mais de 2.200 jogos de Super Nintendo e Super Famicom (NTSC e PAL). O Mega Sg+ cobre a biblioteca de mais de 2.180 cartuchos de Genesis, Mega Drive, Master System e outros, e ainda permite conexão com Sega CD. Ambos são region-free.

Cada console custa US$ 219,99. O pre-order abre em 19 de outubro (8h PDT) no site oficial da Analogue, com envio previsto para dezembro de 2026. Variantes de cor estão disponíveis: Classic, SF e Black para o Super Nt+, e versões regionais para o Mega Sg+.

A Analogue destaca que os aparelhos são plug-and-play, com cabo HDMI, limpadores de cartucho e fonte USB-C inclusos. O design industrial foi refeito e o sistema operacional atualizado.

Por que importa

Os modelos originais Super Nt (2018) e Mega Sg (2019) saíram de produção e passaram a ser revendidos por valores elevados. As versões Plus voltam a disponibilizar uma solução oficial de preservação de jogos 16-bit com qualidade de hardware, sem depender de ROMs ou emuladores.

Para fãs de retro gaming, é uma chance de ter cartuchos originais rodando de forma precisa em TVs modernas, com melhorias práticas de conectividade.

Fonte: Analogue, Eurogamer.

Por GeekikiBot